Eu joguei basquete a minha adolescência inteira (fui até da seleção do C7S), acompanhava de perto os jogos da NBA e tinha zilhares de VHS com NBA Action e até uma só com a(s) despedida(s) do Michael Jordan.

Mas depois que o Air Jordan desistiu de vez, a NBA perdeu um toda a graça. Não sei se porque o Bulls, meu time e de qualquer brasileiro que acompanhou a NBA pela Band nos anos 90, não ganhou mais nada ou porque não apareceu mais nenhum jogador que tivesse a técnica, carisma e a mágica do ala do Chicago. Depois dele a liga americana virou terra de tratores e escavadeiras no maior estilo Shaquille O’ Neil e .

Mas tive uma grande (e boa) surpresa ao ver os vídeos do ALL-STAR Game 2008. O campeonato de enterradas geralmente é só uma disputa pra ver quem se contorce mais ou quem pula mais alto. Mas um cara chamado Dwight Howard provou que até os gigantões podem ser ágeis, criativos e dar um espetáculo à parte:

São cara como ele e jogadores como Kobe Bryant, Allen Iverson e Steve Nash estão trazendo o brilho, a emoção, a criatividade de volta e me dando a vontade de dizer de novo: I LOVE THIS GAME!

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