Todo mundo sabe que o IE 6/7 tem sérios problemas de interpretação dos padrões da W3C. E todo designer de interface que se preze já está acostumado com os rodeios, maracutaias e mágicas que se tem de fazer pra conseguir que o browser da Microsoft entenda uma instrução simples.
Eu já sabia que o IE6 não entendia o :hover (pra isso usa-se uma solução mais velha que a minha vó) e que o IE7 tinha corrigido esse bug. Basta apenas indicar no doctype que a página que você está escrevendo está em strict mode
Até aí tudo bem. O problema é que eu fiz isso e mesmo assim o :hover insistia em não aparecer e pra piorar, até os conditional comments e os CSS Hacks deixaram de funcionar!
Claro que eu pus logo a culpa no programador e no JSP. E depois de quebrar a cabeça durante uma hora, salvando o código gerado em html e limpando tudo oque era de javascript e o escambal eu descobri que toda essa dor de cabeça aconteceu porque o doctype não estava na primeira linha do arquivo e sim na segunda.
É engraçado como uma regra tão simples pode ser interpretada tão rigorosamente pelo browser mais displicente do mercado.
A cada dia eu me convenço que o Internet Explorer consegue se superar em termos de burrice … :\
Quem nunca teve problemas de renderização com o IE? Elementos que ficam invisíveis e só aparecem quando se passa o mouse em cima ou ao rolar a tela, menus que quebram, background que não aparece e outros bugs que o nosso “amado” navegador da Microsoft insiste em apresentar.
Desenvolvendo um projeto, tive um sério problema de renderização com algumas DIVs posicionadas absolutamente depois de outras com float. No Firefox, Opera e Safari funcionava perfeitamente, mas no maldito IE a div sumia.
Descobri que tinha alguma coisa a ver com o haslayout e fuçando um pouco mais, descobri uma propriedade chamada zoom que eu nunca tinha ouvido falar. Resolvi usar e não é que funcionou?
É simplemente inacreditável. Praticamente todo e qualquer bug de renderização se resolve com a adição de zoom:1 no CSS.
Duvida? Eu provo.
Poucos minutos antes de escrever esse post, Marcelo Cabral (welcome back!) me veio com a seguinte pergunta: “Porque raios o fundo do meu blog não tá aparecendo no IE6?” (Veja o screenshot abaixo com o bug)

Dei uma olhada no CSS, vi que não era nenhum problema no código e respondi: “Adiciona zoom:1 no #content”.
Presto!

Só não me perguntem o porque, só sei que foi assim … taí o Cabral que não me deixa mentir 
Em uma conversa com o Vladimir, ele me perguntou qual o mínimo de espaço horizontal que eu espero que seja a área visível do usuário.
Por default, o designer tem uma área máxima de 775px para desenvolver um layout de largura fixa (outro dia eu falo sobre layouts fluidos), considerando que a resolução padrão é 800×600 (dando o desconto da barra de rolagem, que varia de espessura, dependendo do tema/sistema). Eu gosto de usar 760px pra ter uma certa segurança.
Assumindo essa resolução, a altura de visualização é mais ou menos 400px, mas ninguém pode seguir à risca, porque depende muito de quantas barras o usuário está usando, qual tipo de navegador, de sistema operacional e até de tema. Sem contar que a janela pode não estar maximizada, etc.
Depois de ficar doido repensar em tudo isso, lembrei que a grande tendência fora do Brasil é fazer layouts no padrão 1024×768. Resolvi então checar as estatísticas do meu blog e tomei um susto:


Tá certo que meu blog é meio geek não serve muito de referência, mas já dá pra ver que os computadores “populares” já fizeram algum efeito na média do usuário comum. Talvez em breve a resolução morra junto com o 640×480.
O fato é que o dilema de todo designer é fazer sites pensando nas outras pessoas e não em si mesmo, caso contrário eu só faria templates 1280×1024. Mas aí eu lembro que a minha mãe usa 800×600 e volto ao início desse post 
Cansado de adaptar templates prontos do wordpress (dá muito mais trabalho do que começar do zero), baixei a Wordpress Dreamweaver Extension do Vikiworks e usei durante muito tempo, até que encontrei uma solução mais completa.
A TAGStention, além de cobrir 90% das tags do Wordpress, é repleta de wizards e botões extras, como Paypal e Technorati.

Os wizards são bem intuitivos e, na dúvida, o help da extensão vai direto pras páginas do Codex. E funciona no Dreamweaver MX 2004!
P.S.: Relendo o título, não seria Extensão do Dreamweaver para Wordpress?
Tá rolando mó confusão no blogs de desenvolvedores web depois que o Diego Reis escarrou o Fireworks num artigo sobre ferramentas de desenvolvimento. Sem querer dizer que foi um comentário no mínimo extremista, mas já dizendo, defendo aqui meu ponto de vista como antigo usuário do excelente programa da finada Macromedia.
Pra não entrar em detalhes muito técnicos, o Fireworks sempre foi um programa versátil, leve e prático e tem a grande vantagem de ser voltado para web. Não é um programa perfeito, mas também não é um elefante branco como o Corel e o Photoshop.
Mesmo usando exclusivamente o Fireworks durante muitos anos, tive de optar pelo Photoshop como programa padrão por um simples detalhe: Mercado.
Quando se trabalha com agências e/ou freelancers, não tem pra onde correr. Você sempre recebe um PSD pra tentar fazer milagres e sempre que tem de entregar um arquivo final para o cliente num formato que ele possa abrir depois. Com o tempo, acabei optando pelo Photoshop por ter um formato mais aceito e, usando algumas gambiarras, suprir quase todas as minhas necessidades.
Ainda tentei fazer a exportação para PSD, mas o Photoshop não entendia direito as pastas geradas no Fireworks e vice e versa. Ainda não testei o CS3, mas espero que tenha uma compatibilidade maior, já que são da mesma família agora ..
PS.: Dourado: Deixa só o Inkscape chegar na versão 1.0 pra tu ver hehehehe 
Depois de atualizar o Wordpress para a versão 2.2, descobri que o arquivo que eu editava para alterar o tamanho das miniaturas mudou de admin_functions.php para admin-functions.php.
Já atualizei o artigo. De qualquer forma, fica o aviso aí 
Estou bem no meio de um projeto importante (leia-se: com prazo apertadíssimo e sem chance de prorrogações) no trampo e me deparei com um problema específico do Internet Explorer (sempre ele) que quase tira o meu sono.
Depois de muitos xingamentos contra Bill Gates e seu navegador burro, descobri uma solução, aparentemente simples, mas que gerou um post gigante que só vai ser útil aos meus visitantes do Google que caírem aqui procurando alguma coisa sobre CSS hacks, web standarts, tableless ou coisas do tipo.
Os interessados, continuem lendo abaixo, caso contrário, pulem para o próximo post .. 
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