AJAX?
Quando o Gmail surgiu, eu fiquei pasmo com a interface, que mostrava em “tempo real” tudo oque faziamos com os emails (arquivar, marcar, selecionar, selecionar/criar marcadores, etc) e não entendia que raios de linguagem de programação era aquela. Então Deus lançou o Google Maps e o mundo acordou para o milagre da ressureição do AJAX.
Não! Não é o sabão, nem o time de futebol holandês e muito menos o marciano transmorfo da DC! AJAX (Asynchronous JavaScript and XML) é uma técnica que, basicamente, usa XML + Javascript + XMLHTTPRequest para permitir atualizações sem a necessidade do carregamento da página inteira e que pretende desinfetar o Flash e suas RIA (Rich Internet Application).
Eu trabalho com Flash desde os primórdios da ferramente e sempre detestei sites 100% flash, pelo simples fato de que a navegação é extremamente prejudicada por conta da inexistência de links (como indicar uma determinada parte de um site, se não existe atalho para ela?) e as RIAs só vieram pra piorar isso. Com todo esse “eba eba” em torno do AJAX, parece que as coisas, à exemplo dos web standarts, vão evoluir de volta à s origens.
A prova maior do poder de fogo do AJAX, além dos aplicativos do Google, é o Start.com (o Google IG da Microsoft) e o impressionante Meebo (que usa o AJAX pra gerar uma versão web de um comunicador instantâneo onde se pode logar no MSN/ICQ/Yahoo!/AIM sem precisar instalar nenhum deles), que foi o real motivo de escrever esse post gigantesco (e eu que achava que o ICQ2go em flash tinha sido uma coisa legal).
E o mais legal de tudo é que o AJAX é super leve e roda nativo nos navegadores atuais, sem precisar instalar nenhum plugin.
P.S.: Definitivamente eu preciso estudar mais … ![]()


























