Dando uma volta no Iguatemi, dei de cara com o tal do iPhone na vitrine de uma loja de celulares mais “high tech”. Claro que eu entrei pra fuçar. Infelizmente, estava descarregado. Perguntei o preço e a moça me informou a módica quantia de R$2.600. :O
Caracas. Dá pra comprar um xBox 360 e ainda sobra 100 reais pra dar de entrada na TV de LCD! Ow melhor, dá pra comprar um notebook básico e ainda sobra mil reais!
Nem. Muito obrigado. Prefiro meu novíssimo Nokia 5700 (em breve review!) mesmo
No vídeo, acredito eu que por problemas de patente, a funcionalidade do touchscreen se assemelha mais à um “joytstick virtual” (mais ou menos como funciona o emulador de NES no iPhone). A aprentação foca um pouco da Nokia Music Store e, no final, mostra a visualização das fotos, com direito à fotinha girando junto com o aparelho e tudo.
Admito que foi meio deja-vu, mas aliar uma idéia de interface revolucionária com a robusta e consolidada plataforma Symbian pode ser a grande reviravolta da Nokia. Só espero que os preços não sejam inspirados na Apple também
Sou fã assumido da Nokia, mas me apaixonei pelo iPod Touch … e agora jose? :\
CA-RA-CAS! iPod Touch! Mesma interface do iPhone aplicada num iPod. Só que mais fino!
É um iPhone sem aquilo que ele tem de pior (ser um telefone)! É tudo aquilo que um iPod Video quis ser e nunca conseguiu! É muito mais que um iPod jamais sonhou em ser! WI-FI! Só faltou a camera pra ser pefeito!
Apesar de ser “apenas” um computador com wi-fi / bluetooth e uma tela touchscreen montados numa caixa preta, o novo lançamento da Microsoft surpreende pelo fato de reagir não apenas com os dedos mas com vários objetos como pincéis, celulares, mp3 players, cameras e até copos de whysky!
O vídeo abaixo mostra como a interatividade das aplicações é bem interessante. Coisas como bater uma foto na camera digital (wireles, claro), por em cima do surface e ver as fotos pipocando na tela. Sem configurações, sem cabos nem nada.
Uma das coisas mais legais que eu achei foi lance de encostar o cartão de crédito na tela e fazer o pagamento ali mesmo, com divisão da conta e tudo! Como, à princípio, o produto é voltado para hotéis e restaurantes, acabou-se aquela história de passar 40 min esperando o garçom trazer a máquina do visa.
Os números (..) podem ser usados para piratear filmes (e serão). Mas destravar um filme criptografado significa dar a quem pagou pelo filme a escolha de onde e como ver seu filme. Sem os números (e o software para usá-los) não é possível ver um filme em um iPod ou em um computador rodando Linux. Eles só podem ser vistos em aparelhos selados, registrados, carimbados, avaliados e rotulado pelas empresas que fazem os discos. Se amanhã resolverem parar de fabricar estes aparelhos os (caros) discos com os filmes vão virar, sem os números, apoio de copo ou calço de mesa. (Cris Dias)
No intuito de me despregar um pouco do computador (fico uma média de nove horas no trampo e mais umas quatro em casa), decidi comprar um videogame. Uma solução sedentariamente incorreta, mas tudo bem.
Pensei em comprar um Playstation 2, mas o Mestre Vavá abriu meus olhos e provou que a melhor alternativa custo/benefício vinha do lado verde da força.
Quando foi lançado, em 2001 o xBox (dotado de um processador Intel, uma placa de vídeo da Nvidia), fez os Sonystas admitirem que os gráficos eram muito superiores. Mas a grande vantagem do console da Microsoft relação aos concorrentes é a versatilidade.
Assim que sairam os primeiros modcihps (usados para destravar a bios do console e rodar jogos “alternativos”), os programadores de plantão aproveitaram o núcleo baseado no Windows 2000 e o HD interno de 8G do brinquedinho (que pode ser trocado por outro HD de PC comum com maior capacidade) e começaram uma verdadeira revolução.
Uma infinidade jogos e aplicativos surgiu em pouco tempo e a partir daí foi possível fazer praticamente tudo com um xBox da primeira geração:
Entre outras coisas bem legais que citarei quando falar do espetacular xBox Media Center (a melhor dashboard alternativa já feita para o xBox, no próximo post.
E ao contrário do que muitos pensam, graças ao peso do nome Microsoft, foram produzidos centenas de jogos. É só dar uma conferida no catálogo online pra ver que praticamente tudo que foi lançado para Playstation 2, saiu para o xBox.
Depois desse “mini” review eu pergunto. Quem precisa gastar milhares de reais num Playstation 3 ou xBox 360 enquanto se pode gastar 1/4 do valor e encher o HD (ou rodar direto de um DVD) de música, seriados e filmes preferidos pra ver nas horas vagas entre uma partida e outra de Ninja Gaiden Black (vídeo abaixo)?